Rio de Janeiro
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Medalha Dr. Fernando Lemos

De acordo com a Resolução Crefito-2 33/2011, o Plenário do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Segunda Região, no exercício de suas atribuições legais e regimentais criou a Medalha de Honra ao Mérito Doutor Fernando Lemos.

Doutor Fernando Lemos é um nome de destaque nas áreas da Saúde e da Educação, sendo um formador e incentivador das profissões de Fisioterapeuta e de Terapeuta Ocupacional. Sua história de vida é marcada pela preocupação com o atendimento à saúde da população, a dinâmica do ensino, o conhecimento científico-acadêmico, e, em especial à origem das profissões de Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional.

Batizar uma Medalha de Honra ao Mérito com seu nome objetiva reconhecer e homenagear esse ilustre homem e também aqueles profissionais e personalidades agraciados com a honraria, que deixaram importantes contribuições nas áreas da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional.

Leia a Resolução Crefito-2 33/2011 na íntegra.


Conheça as personalidades agraciadas com a Medalha de Honra ao Mérito Doutor Fernando Lemos.

Graduado em Fisioterapia pela Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ), em 1970. Também conclui as graduações em Física, em 1975, e em Medicina, em 1981, ambas pela Universidade Iguaçu. É mestre em Ensino de Ciências da Saúde e Ambiente, pela Universidade Plinio Leite (Unipli/2009), e em Ciências Pedagógicas, pelo Instituto Superior de Estudos Pedagógicos (Isep/2002). Possui uma extensa e respeitada carreira profissional, como médico, fisioterapeuta e professor universitário, incluindo atuações na assistência privada e no serviço público. Participou de bancas de trabalhos de conclusão trabalhos de conclusão de cursos de graduação e de comissões julgadoras de concurso público. Além de todas as atividades já citadas, Dr. José Francisco tem uma profícua produção bibliográfica, incluindo artigos, trabalhos técnicos e cursos. Recebeu Moção de Congratulações da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em 2008. Recebeu do Crefito-2, em 1996, homenagem especial pelo Dia do Fisioterapeuta.

Homenageado na abertura da XVIII Jornada Científica de Fisioterapia do Crefito-2. Leia a matéria completa e a entrevista com o Dr. José Francisco da Silva Filho.

 

Graduada em Fisioterapia pela Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ), em 1973. Cursou mestrado em Psicologia Social e especialização em Docência Universitária na Universidade Gama Filho. Fez diversos cursos de extensão universitária. Na área acadêmica tem uma trajetória louvável como professora de cursos superiores de graduação em Fisioterapia em diversas instituições. Iniciou no Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), em 1980, passando pelo Centro de Reabilitação Profissional e pelo Hospital Municipal de Reabilitação do Rio de Janeiro. Posteriormente, passou a atuar no Abrigo do Cristo Redentor, onde segue até hoje. Foi fisioterapeuta em diversas instituições privadas no Rio de Janeiro. Ampliou vagas e liderou dezenas de fisioterapeutas em suas equipes. Compartilhou sua experiência por meio da produção bibliográfica, palestras e apresentação de trabalhos científicos em simpósios, fóruns, congressos e outras atividades, sempre contribuindo para o desenvolvimento técnico, científico, acadêmico e político da Fisioterapia.

Homenageada na abertura da XVIII Jornada Científica de Fisioterapia do Crefito-2. Conheça mais sobre esta personalidade da Fisioterapia na entrevista concedida ao Conselho Regional.

 

 


 

 

Graduado em Fisioterapia pela Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ), em 1973. Pós-graduado em Docência Superior (Frasce) e mestre em Psicologia Social pela Universidade Gama Filho (2000). Iniciou sua carreira como fisioterapeuta na Associação de Solidariedade à Criança Excepcional (Asce). Atuou no Instituto de Neurologia Deolindo Couto (UFRJ) e na Clínica Alice Eason. Desde 1975, faz parte do quadro do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Desde 2010, é o responsável técnico pelo Setor de Fisioterapia do Centro de Promoção Social Abrigo do Cristo Redentor . Tem uma extensa carreira como docente em cursos de Fisioterapia. Foi tradutor e revisor científico de diversas publicações, especialmente livros na área de Fisioterapia. Recebeu diversos prêmios e títulos ao longo da carreira.

Homenageado na abertura da XVIII Jornada Científica de Fisioterapia do Crefito-2. Leia a entrevista com o Dr. Ismar Emanuel.

 

 

 

 

Entrou para a vida religiosa em 1964, integrando a Congregação Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo.  Iniciou a faculdade de Fisioterapia em 1976, na Universidade Católica de Petrópolis (UCP), concluindo o curso em 1979. Entrou no Hospital São Vicente de Paulo, em 1980, ano de fundação da unidade de Saúde. Contribuiu para a construção do Serviço de Fisioterapia e assumiu sua Coordenação. Ela segue responsável pela área até os dias atuais. Sob sua tutela, a equipe de fisioterapeutas do HSVP realiza atendimentos no ambulatório, na unidade de internação e no Centro de Terapia Intensiva – CTI. Ao longo dessa longa trajetória como coordenadora de Fisioterapia do Hospital São Vicente de Paulo, liderou equipes e muitos profissionais, compartilhando com eles seu amor pela profissão e o olhar humanizado para os pacientes.

Homenageada na abertura da XVIII Jornada Científica de Fisioterapia do Crefito-2.

 

Fisioterapeuta; mestre em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj); especialista em Envelhecimento e Saúde do Idoso pela Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). Preceptora do Programa de Residência em Fisioterapia nas Disfunções Geriátricas e Gerontologia, oferecido pelo Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe) e fisioterapeuta da Universidade da Terceira Idade Unati/Uerj. Sua importante atuação foi essencial no processo de criação da primeira Residência em Fisioterapia no Estado do Rio de Janeiro, instalada no Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe/Uerj), da qual foi uma das primeiras preceptoras. Atua pelas causas políticas da Fisioterapia há muitos anos, como conselheira e, posteriormente, como Diretora Secretária do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 2ª Região. No Crefito-2, também se destacou na luta pelo reconhecimento da especialidade Fisioterapia em Gerontologia, sendo coordenadora e membro da Câmara Técnica de Saúde do Idoso.

Homenageada na abertura da XVIII Jornada Científica de Fisioterapia do Crefito-2. Conheça essa história na entrevista que ela concedeu ao Crefito-2.

 

 

 

 

 

Médico, neurologista  e professor de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas  da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Tem uma expressiva contribuição à Fisioterapia no Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe/Uerj) em sua  gestão como vice-diretor, tendo como diretor o médico e professor  Dr. Ricardo Donato.  Ao assumirem o hospital, este  só contava com dois fisioterapeutas. A partir de 1988, promoveu ações como a contratação de fisioterapeutas para o CTI da Cirurgia Cadíaca, 24 horas por dia. Naquela gestão foi realizado um concurso público com vagas para fisioterapeutas. Foi o  responsável   pela  idealização e pela luta para a implantação da residência em Fisioterapia. As ações dessa diretoria do hospital, principalmente do professor Lauria,  foram importantes para a autonomia de atuação desses profissionais, o que permitiu suprir uma parte significativa das  necessidades da instituição e  de seus pacientes,  que passaram a ter o  atendimento na área da Fisioterapia.

Homenageado na abertura da XVIII Jornada Científica de Fisioterapia do Crefito-2. Conheça essa história na entrevista que ele concedeu ao Crefito-2.

 

 

 

Terapeuta ocupacional que coordenou o Programa Antidrogas na Tríplice Fronteira: Brasil, Peru e Colômbia e em aldeias indígenas, com um projeto de educação. Foi voluntária na Associação Pestalozzi de Niterói, onde desenvolveu pesquisas sobre tratamentos com Acupuntura, além de ter participado do desenvolvimento de projetos em grandes empresas utilizando a especialidade. Durante sete anos foi chefe do serviço de Terapia Ocupacional como Oficial do Exército Brasileiro, no Rio de Janeiro, sendo responsável por ampliar o serviço, melhorando a qualidade de vida do paciente hospitalizado. Ainda no Exército, atuou como coordenadora do Programa da Terceira Idade no Hospital Central do Exército (HCE).

Homenageada na abertura da XVIII Jornada Científica de Terapia Ocupacional do Crefito-2.

 

Terapeuta ocupacional, professora do curso de graduação em Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e chefe do Serviço de Terapia Ocupacional do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. Seu trabalho na área de Reabilitação em Hanseníase é referência na reabilitação cirúrgica de pacientes com a doença, atuando como multiplicadora dessa prática em locais endêmicos como as regiões Norte e Nordeste. Além disso, preside a Comissão de Educação em Terapia Ocupacional do Crefito-2 e é diretora administrativa da Associação Brasileira de Defesa dos Direitos dos Terapeutas Ocupacionais (ABDDITO).

Homenageada na abertura da XVIII Jornada Científica de Terapia Ocupacional do Crefito-2.

 

 

Terapeuta ocupacional, criou um projeto junto à Prefeitura do Rio de Janeiro para desenvolver mobiliários adaptados para os pacientes com deficiência atendidos pelo município. No âmbito acadêmico, trabalhou 24 anos como docente no curso de Terapia Ocupacional na Faculdade Castelo Branco. Terapeuta ocupacional no Hospital Municipal Lourenço Jorge, atuando no atendimento ambulatorial, no setor de recuperação funcional de membro superior, e também na área social na Subsecretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, realizando visitas domiciliares a pacientes com algum tipo de deficiência e situação especial. Nesse programa de atenção domiciliar, a terapeuta ocupacional utiliza seu projeto de mobiliário adaptado, a fim de melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Homenageada na abertura da XVIII Jornada Científica de Terapia Ocupacional do Crefito-2.

 

 

 

Terapeuta ocupacional, professor adjunto do Departamento de Terapia Ocupacional, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  Atualmente, desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão em Desenvolvimento Local Participativo, Ocupações Tradicionais, Iniciativas de Trabalho e Renda, Economia Solidária, Projetos de Vida Territorial e dispositivos Comunitários, e Diferenças de Gêneros e Sexualidade nas dimensões comunitárias. É membro da Associação de Terapia Ocupacional do Estado do Rio de Janeiro (Atoerj), coordenador da Câmara Técnica de Terapia Ocupacional nos Contextos Sociais do Crefito-2, tesoureiro da Confederação Latina Americana de Terapia Ocupacional (Clato) e editor-chefe da Revista Interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional (Revisbrato).

Homenageado na abertura da XVIII Jornada Científica de Terapia Ocupacional do Crefito-2.

 

 

 

Médico psiquiatra e fundador do primeiro Curso Básico de Acompanhamento Domiciliar em Saúde Mental, na Fiocruz, e da primeira Residência Multiprofissional em Saúde Mental com convênio IPP/MS e ENSP/Fiocruz. Atualmente, é professor e pesquisador titular da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz, onde é coordenador e líder do Grupo de Pesquisas do CNPq "Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial". É também professor do Programa de Mestrado Profissional em Saúde Mental da Universidade Federal de Santa Catarina. É um dos pioneiros do Movimento Antimanicomial. Sua atuação em diversas instituições voltadas à saúde mental o coloca em posição de destaque entre os que lutam por um atendimento digno e humano à população.

Homenageado na abertura da XVIII Jornada Científica de Terapia Ocupacional do Crefito-2.

 

A fisioterapeuta, falecida em 2004, inspirou gerações que nela se espelham, além de ter cuidado com amor e, principalmente, profissionalismo, de milhares de pacientes, ao longo de décadas de atuação na Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR).Dra. Suely Nogueira Marques era mineira, natural do município de Caxambu. Ingressou no curso de Fisioterapia da Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ), em 1958, e colou grau três anos depois, em 1961. O sonho de sua família era vê-la formada em Medicina, mas, ao conhecer o trabalho dos profissionais de reabilitação, decidiu seguir sua própria escolha.Fez parte do grupo de profissionais que criou a Associação de Fisioterapeutas do Rio de Janeiro e contribuiu com a transformação da Associação Paulista em Associação Brasileira de Fisioterapeutas, com sede em São Paulo. Elas são consideradas embriões das futuras entidades de classe.Ao longo de quase meio século de muito empenho e dedicação, Dra. Suely Nogueira Marques dignificou sua profissão e fez história na Fisioterapia.

Conheça mais sobre a história deste verdadeiro ícone da Fisioterapia, homenageado durante a XVII Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. Veja a reportagem.

 

 

Graduada em Fisioterapia (Unisuam, 2007) e Artes. Seu nome é sinônimo de inquietação e busca constante por aperfeiçoamento e novas possibilidades de atuação como fisioterapeuta, sempre atenta à necessidade de atenção à saúde.Foi a primeira mulher militar de origem indígena das Forças Armadas do país, segundo informação do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual (Inbrapi). Especializada em Fisioterapia Esportiva, Dra. Sílvia Nobre trabalhou por mais de seis anos na área. Atuou junto ao Corpo de Fuzileiros Naval da Marinha, com os corredores do Comando Geral no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes, na Penha. Este contato despertou seu interesse pela carreira militar, onde vem construindo uma rica trajetória.

Homenageada durante a XVII Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia, evento no qual ela também apresentou a Conferência Magna. Conheça esta bela história de vida e amor pela Fisioterapia na entrevista exclusiva concedida ao Crefito-2.

 

Ingressou no curso de graduação em Fisioterapia da Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ), em 1973, e concluiu o curso, em 1975. No mesmo ano, se tornou bolsista da Associação Beneficente Brasileira de Reabilitação (ABBR), onde atuou até 1983, nos setores de Pediatria, Ginásio e Correção Postural, passando pela chefia do Setor de Lesões Crânioencefálicas e sendo, em todos os setores, preceptora de estágios. Participou da primeira equipe de atendimentos intensivos em plantão de 24 horas, em 1975, no Hospital Evangélico do Rio de Janeiro. Foi sócia-fundadora dos primeiros consultórios particulares autônomos no Rio de Janeiro, compostos por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e Equipe Especializada de Reabilitação (EER). Fez parte do Colegiado do Crefito-2 na Gestão 2010-2014. É muito respeitada pela categoria por sua participação na fundação da Associação Profissional dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Rio de Janeiro (Apferj), como secretária, em 1978, e como presidente ao longo de três gestões, entre 1981 e 1988, quando a entidade obteve a Carta Sindical, criando, então, o Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Estado do Rio de Janeiro (Sinfito/RJ). A fisioterapeuta considera o Sinfito como “seu primeiro filho”, nascido após muitas lutas de uma “gestação” que durou dez anos.

Homenageada durante a XVII Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. Veja a entrevista.

 

Graduada em Fisioterapia pela Faculdade de Reabilitação da Asce - Frasce e pós-graduada em Traumato Ortopedia com ênfase em Osteopatia pela Universidade Castelo Branco, Dra. Mônica demonstrou muita coragem e disposição na criação e desenvolvimento do projeto Paloma, na comunidade do Alemão. Desde 2006, por iniciativa própria, aceitou o desafio de atenuar o sofrimento dos moradores dessa comunidade que, como ela mesma diz, “são carentes de tudo”. O projeto foi transformado no Instituto Movimento e Vida, em maio de 2017. Em um novo espaço, com uma estrutura mais adequada, a fisioterapeuta Dra. Mônica Cirne Albuquerque diz que seu sonho “é poder estar com as portas do seu Instituto abertas todos os dias, atendendo todos os moradores da comunidade do Alemão que precisarem, sem ter que se preocupar com as contas da instituição”.

Conheça mais sobre a história da profissional, homenageada durante a XVII Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. Leia a entrevista.

 

Fisioterapeuta e membro ativo da International Society on Scoliosis Orthopaedic and Rehabilitation Treatment (SOSORT), integra o Comitê Educacional da instituição. Obteve a Certificação SEAS II - SAA - SEAS Advanced Accreditation, na Itália; cursou a formação em Exercícios Terapêuticos pelo National Academy of Sports Medicine (NASM), na Califórnia, Estados Unidos; e é certificada no protocolo GOSS System, sendo habilitada para gerenciamento de coletes GOSS para escoliose. Possui formações em RPG Souchard e Rocabado para disfunções de ATM. Exerceu a docência por 10 anos e implantou a disciplina Anatomia Palpatória na Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Por sua trajetória de dedicação à Fisioterapia, investimento em capacitação no tratamento da escoliose e engajamento na divulgação e no compartilhamento de saberes sobre esta doença, ao longo de mais de duas décadas, recebheu a Medalha de Honra ao Mérito Dr. Fernando Lemos durante a XVII Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. 

Conheça mais sobre a fisioterapeuta na entrevista concedida ao Crefito-2.

 

Terapeuta ocupacional com especialização em Neurociências Aplicada à Longevidade pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialização em Geriatra e Gerontologia Interdisciplinar pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Profissional com vasta experiência na saúde pública nas áreas de Neurologia, Saúde Mental, Reabilitação Funcional, Traumato Ortopedia e Gerontologia. É terapeuta ocupacional no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Ministério da Saúde do Rio de Janeiro (Into), onde trabalha na área de reabilitação funcional da mão. Comprometida com a atualização profissional, ajudou a inaugurar no Into uma Jornada de Terapia Ocupacional, que é um espaço de discussão científica também tem a intensão de dar visibilidade à Terapia Ocupacional.  

Homenageada durante a XVII Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Terapia Ocupacional. Conheça sua trajetória na matéria e leia a entrevista exclusiva.

 

Terapeuta ocupacional e mestre em Ensino de Ciências pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) e especialista em Docência de Nível Superior pela Universidade Castelo Branco (UCB). Acumula vasta experiência na área clínica em pediatria, saúde mental, projetos de inclusão social com a população carcerária, tribos indígenas, entre outros. Como pesquisadora, a terapeuta ocupacional desenvolveu projetos como: “A Terapia Ocupacional na Inclusão Social do detento”, no Presídio Talavera Bruce – Sistema de Segurança Máxima Complexo de Bangu no Rio de Janeiro. Também desenvolveu na Secretaria de Estado de Ação Social e Cidadania – Fundação Leão XIII o programa “Meu lugar de direito”. Na cidade de Caucaia, no Ceará, realizou um trabalho com quatro tribos de etnia “Tapeba”. Também desenvolveu o projeto “Mulheres de Sol a Sol”, no IFRJ campus Realengo, – que além de ser integrado ao Programa Mulheres Mil, fez parte do Plano “Brasil sem Miséria” em parceria com o MEC –, como resultado de uma capacitação realizada pelo MEC – Brasília, para Formação de Gestores do “Programa Nacional Mulheres Mil - Educação, Cidadania e desenvolvimento sustentável”, em 2012.

Homenageada durante a XVII Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Terapia Ocupacional. Conheça mais sobre a profissional na entrevista exclusiva concedida ao Crefito-2.

 

Foi o líder do Núcleo de Estudos em Fisioterapia Respiratória, no começo da década de 1980, constituindo, assim, o início da organização da Fisioterapia Cardiorrespiratória brasileira. O grupo reunia profissionais de diversas regiões do Brasil.

Formou-se pela Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro, que funcionava na ABBR, tornou-se especialista em Fisioterapia Respiratória pela antiga Sobrafir (hoje Assobrafir) e Mestre em Fisioterapia Respiratória também pela Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro.

Foi membro efetivo e atuante da Sociedade de Terapia Intensiva do Estado do Rio de Janeiro, coordenador do curso de Especialização em Cardiorrespiratória em UTI do Instituto do Pulmão, além de responsável pela criação do Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória - SIFR, em 1983, e autor dos livros: Fisioterapia respiratória no Hospital Geral, Fisioterapia Respiratória Moderna, Técnica de Desmame no Ventilador Mecânico, Tratado de Fisioterapia Respiratória, entre outros.

Dr. Carlos Alberto Caetano Azeredo faleceu em 8 de maio de 2006, mas sua memória que deve estar sempre presente para todos os Fisioterapeutas e futuros profissionais.

Homenageado durante a XVI Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. Veja a reportagem.

 

Graduou-se em Fisioterapia pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP). Cursou também graduações em Gestão de Recursos Humanos e Gestão Pública (Universidade Estácio de Sá), e a pós-graduação lato sensu em Práticas Integradas na Área de Saúde, na Faculdade Serra dos Órgãos. Obteve o título de Mestre em Ciência da Motricidade Humana (Universidade Castelo Branco). 

A profissional possui ampla experiência na área de Fisioterapia e de Gestão de Projetos de Responsabilidade Social, além de uma carreira consolidada no meio acadêmico. Atua como docente de cursos de graduação e pós-graduação da Universidade Estácio de Sá, desde 2000. Também está à frente da Coordenação Pedagógica Nacional de Fisioterapia da Estácio Participações, desde 2012.

Foram dezenas de orientações de trabalhos acadêmicos e participações em bancas de avaliação, organização de eventos e uma rica produção literária. Todas estas frentes de atuação lhe conferiram uma grande expertise no tema "Educação", tornando-a habilitada para abordar assuntos ligados ao ensino e à importância da educação continuada e do constante aprimoramento profissional rumo às especialidades e ao desenvolvimento técnico, científico e ético da Fisioterapia.

Homenageada durante a XVI Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. Veja a entrevista.


 

 

 

Graduou-se em Fisioterapia pela Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ), em 1975; é Mestre em Psicologia (Psicologia Social e da Saúde) pela Universidade Gama Filho (1999); e especialista em Fisioterapia Neurofuncional pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito/2001). Possui Doutorado em Ciências (Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica/Neurologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ/2011). É professora do curso de graduação em Fisioterapia do Centro Universitário Serra dos Órgãos e da Universidade Castelo Branco; membro do grupo de pesquisa Estimulação Elétrica Não-Invasiva do Sistema Nervoso - Linha de Pesquisa: Reabilitação Funcional de pacientes de AVC com HD- tDCS.

Além da bela carreira científica, a homenageada também tem uma trajetória no âmbito da educação. Atualmente, é coordenadora e supervisora de estágio do Setor de Fisioterapia Neurofuncional do Centro Municipal de Reabilitação do Engenho de Dentro (CMRED-RJ). Sua experiência na área de Fisioterapia Neurofuncional se destaca especialmente pela atuação com pacientes pós-AVC e portadores de Doença de Parkinson.

Nesta área, inclusive, ela desenvolve um trabalho relevante por meio da Associação Parkinson Carioca (APC), da qual é fundadora e presidente. A entidade tem como objetivo unir portadores da Doença de Parkinson, amigos, familiares e profissionais de saúde, com a missão de lutar e garantir os direitos de cidadania dos portadores da Doença de Parkinson, oferecer tratamento sempre que possível, desenvolver atividades recreativas e grupos de apoio aos familiares e cuidadores.

Homenageada durante a XVI Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. Veja a entrevista.

 

 

 

Graduou-se em Fisioterapia pela Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ), em 1979. Iniciou o trabalho como fisioterapeuta na Associação Fluminense de Reabilitação na área de lesão medular. Desenvolvendo estudo e observação sobre as reações corporais e adaptações da pessoa a este corpo diferente, conta com formação técnica especializada em Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva - KABAT, Morfo análise e reajustamento postural – Marp, Método das cadeias GDS e formação em Leitura Corporal, formação holística de base da Unipaz, Body Talk e Alinhamento Energético.

A fisioterapeuta iniciou seus estudos sobre equipamentos por meio do envolvimento com o esporte em cadeira de rodas em 1980, especializando-se em classificação funcional para o basquete. E atuou como Classificadora de quatro Paralimpíadas. Esta experiência possibilitou o início do estudo de seating – adequação da postura sentada, acumulando estudos e experiência sobre a cadeira de rodas, almofadas e outras adaptações que permitem à pessoa com deficiência sentar de forma mais econômica e segura maximizando seu potencial funcional. Desenvolve esse trabalho, desde 1988, no Centro de Vida Independente (CVI RIO), o primeiro da América Latina, onde foi co-fundadora.

Homenageada durante a XVI Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. Veja a entrevista.

 

Graduou-se em Fisioterapia pela SUAM, em 1995. Possui especialização em Fisioterapia Esportiva, foi um dos primeiros membros titulares da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva (Sonafe) e, desde 1997, faz parte da equipe do técnico Bernardinho no time Unilever Vôlei. Ao lado do treinador multicampeão, iniciou sua trajetória nas Seleções Brasileiras de Voleibol: de 1997 até 2000, na Seleção Feminina; e de 2001 até hoje na Seleção Masculina.

Em 2013, ele concedeu uma entrevista exclusiva ao Crefito-2, onde contou toda sua trajetória, desde a escolha da Fisioterapia, os primeiros anos de profissão e a consolidação do trabalho na área esportiva e no voleibol. O conteúdo é um dos mais acessados na página do Conselho Regional.
 

Homenageado durante a XVI Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. Veja a reportagem.

 

 

 

Dra. Marcia Garcia Rogério é terapeuta ocupacional, especializada em Reabilitação do Membro Superior e em Docência Superior. Atualmente (2016) trabalha no Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói, fazendo atendimento nas enfermarias, CTI, Unidade semi-intensiva, suporte e capacitação técnico-científico da equipe de terapeutas ocupacionais. Além disso, Dra. Marcia Rogério lançou, em outubro de 2015, no Congresso Brasileiro de Terapia Ocupacional, no Rio de Janeiro, o livro “Tecendo Vida em Vidas: Olhares da Terapia Ocupacional em Hospital”. O livro traz diversas histórias vividas pela profissional, que demonstram formas de abordagem do terapeuta ocupacional em hospitais.  

Homenageada durante a XVI Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Terapia Ocupacioal. Veja a entrevista.

 

 

Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de Pernambuco (1980) e em Pedagogia pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (1988). Conselheira Efetiva do Coffito (2016-2020), membro da Abrato, Conselheira Nacional de Assistência Social, Doutoranda de Bioética da UNB e professora da Universidade Federal de Pernambuco, atuando principalmente nos temas: Terapia Ocupacional, Saúde Coletiva, Dependência Química e Desempenho Ocupacional.

Foi presidente do Crefito-1 e vice-presidente do Coffito, além de ter atuado no movimento sindical. A terapeuta ocupacional tem uma trajetória política de destaque nacional com uma história de muitas lutas em prol da melhoria das profissões e, por isso, conta com reconhecimento também de muitos fisioterapeutas.
 
Homenageada durante a XVI Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Terapia Ocupacioal. Veja a entrevista.

 

Exemplo de profissional forjada em meio à adversidade. Enquanto acadêmica de Fisioterapia, sofreu um atropelamento e passou por uma amputação bilateral. Encarou a dificuldade como um objetivo maior de vida e seguiu em frente. O trágico acidente não foi impedimento para que desenvolvesse a belíssima trajetória profissional e acadêmica. Graduou-se em Fisioterapia e cursou Pós-graduação em Biomecânica do Movimento e Neurologia. Leciona em cursos de Graduação e Pós-graduação, principalmente abordando Órteses e Próteses e Fisioterapia Desportiva. Como fisioterapeuta, participou de Paralimpíadas, de campeonatos mundiais de futebol de amputados e de Parapan-Americanos. Como atleta da Seleção Brasileira Feminina de Voleibol Sentado, disputou campeonatos brasileiros e mundiais,  Parapan-Americanos e Paralimpíadas.

Homenageada durante a XV Jornada Científica do Crefito-2 - Etapa Fisioterapia. Veja a entrevista.

 

 
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