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Publicado em: 02/03/2020

Crefito-2 apoia campanhas de conscientização e prevenção ao câncer de colorretal e de colo uterino.


Março tem dois laços; azul marinho e lilás. O primeiro é de conscientização do câncer colorretal e o segundo alerta para informação e combate ao câncer de colo uterino. Devido a importância de ambos, o Crefito-2 optou por fazer uma campanha que unisse os dois num único laço, por isso metade do laço é azul marinho e a outra parte lilás e, assim, falarmos desses dois tipos de câncer, que acometem boa parte da população.


Além disso, as campanhas de conscientização e prevenção contra o câncer alcançam grandes resultados por todo o país e através delas a população passou a ter um olhar diferenciado sobre o tema. Sendo assim, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são realidade na vida de muitos brasileiros. Cânceres que são descobertos precocemente têm cura.


De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil terá 625 mil novos casos de câncer a cada ano do triênio 2020-2022. E a obesidade estará entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de 11 dos 19 tipos mais frequentes na população brasileira. A prevenção está relacionada a hábitos de vida saudáveis, ao não-tabagismo e ao uso de preservativo em todas as relações sexuais.

 

Laço azul marinho – prevenção ao câncer de cólorretal

O laço azul marinho refere-se ao tumor que acomete a porção final do intestino, ou seja, o intestino grosso e o reto. Ele é mais incidente nas mulheres, o que torna esse tipo de tumor o segundo mais comum na população feminina. O câncer de cólon e reto é uma doença influenciada por diversos fatores, sendo eles: genéticos (aquilo que você herda dos seus pais), ambientais (o que você come, usa e abusa) e estilo de vida (aquilo que você faz e deixa de fazer).


Os principais sintomas são: sangue nas fezes, anemia sem causa aparente, principalmente em pessoas com mais de 50 anos, alterações no hábito intestinal (diarreia ou intestino preso), desconforto abdominal com gases ou cólicas, permanência da vontade de evacuar mesmo após a evacuação, chamam a atenção de que a causa possa ser um tumor. Além disso, o emagrecimento intenso e sem razão, fraqueza, fezes pastosas e escuras, e sensação de dor na região anal também podem estar relacionados com tumores.


No Brasil, foram diagnosticados quase 20.000 novos casos de câncer colorretal em 2018, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), sendo o quarto no ranking de óbito por câncer no mundo.


Prevenção

Manter hábitos de vida saudáveis, como prática de atividade física regular, manter o peso corpóreo dentro dos limites da normalidade, alimentação saudável rica em fibras, alimentos in natura e minimamente processado, evitar o uso de tóxicos como fumo e álcool.


Tratamento

A colonoscopia é o método mais eficiente de detectar. Ela é recomendada tanto para os pacientes que tenham sintomas, quanto para aqueles que se enquadram na chamada população de risco e, nesses casos, a indicação desse exame é de modo preventivo. Uma vez feito o diagnóstico é planejado o tratamento. Perca o medo e conscientize-se.  O câncer colorretal tem cura, principalmente quando diagnosticado no início, caso apresente alguns dos sintomas citados, procure tratamento.


Laço Lilás  - prevenção ao câncer de colo de útero

Não se tem a confirmação de quando começou a campanha do laço lilás, no entanto, sabe-se que há muitos anos março é considerado o mês da mulher e, por isso, se tornou propício para alertar sobre o risco de uma das doenças responsáveis por causar tantas mortes femininas, anualmente.


O objetivo da Campanha é conscientizar as mulheres sobre a importância de fazer o exame de prevenção ao câncer de colo uterino, mais conhecido como Papanicolau, e uma iniciativa apoiada pelo Crefito-2. Uma das grandes vantagens em relação a outros tipos de câncer é que o câncer do colo do útero pode ser evitado fazendo-se a prevenção.


O exame de Papanicolau, ou colpocitologia oncológica, faz a coleta das células da região do colo uterino para identificar infecções vaginais ou sexualmente transmissíveis e, principalmente, alguma lesão precursora de câncer de colo uterino, que é o terceiro tumor mais frequente na população feminina, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Em caso de detectar alguma lesão precursora desse câncer, o tratamento é realizado por meio de procedimentos poucos invasivos, simples de serem feitos em unidades ambulatoriais de colposcopia.


O câncer do colo do útero é o mais frequente dos cânceres que afetam o aparelho ginecológico feminino. Sendo terceiro em frequência na população feminina, perdendo apenas para o câncer de mama e do cólon e reto.


Prevenção

Um melhor resultado na prevenção do câncer do colo do útero na população feminina depende da sensibilização e educação das mulheres que fazem parte das comunidades para participarem dos programas de prevenção, que inclui o uso de camisinhas masculina e feminina, nas relações sexuais.


A prevenção do câncer do colo uterino pode ser primária ou secundária. A prevenção primária é feita pela vacinação contra o HPV (Papiloma-vírus Humano) que é o principal fator relacionado ao desenvolvimento do câncer de colo do útero. A vacinação contra o HPV é recomendada (obrigatória em muitos países) em meninas e meninos com idades de 9 a 11 anos e confere ótima imunidade contra os tipos de HPV mais comuns e perigosos. Mulheres com mais idade também podem ser vacinadas, porém a imunidade adquirida nestas situações não é tão boa.


A prevenção secundária é feita por métodos que diagnosticam as lesões que antecedem o câncer propriamente dito (as chamadas lesões pré-cancerosas) ou que identificam situações de risco para o desenvolvimento do câncer (infecção por tipos de HPV de alto risco).


Os métodos utilizados na prevenção secundária do câncer do colo do útero hoje em todo o mundo são os exames citopatológico (convencional ou em meio líquido) e o teste do HPV (determinação da presença do vírus por meio de métodos de biologia molecular). As mulheres que apresentam algum tipo de alteração no exame citopatológico são submetidas a investigações complementares (colposcopia e biópsia) para confirmação das lesões e, neste caso, tratamento adequado.

 
 
 
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